Nova diretora do IIFA comprometida com a investigação, a formação avançada e a internacionalização

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No dia 26 de junho, na Sala dos Docentes do Colégio do Espírito Santo da Universidade de Évora (UÉ), o Reitor, António Candeias, deu posse a Andreia Dionísio como Diretora do Instituto de Investigação e Formação Avançada (IIFA), que inicia desta forma o seu primeiro mandato com o compromisso de consolidar o papel estratégico do IIFA na promoção da investigação, da formação avançada e da afirmação internacional da instituição.

Na intervenção realizada durante a sessão, o Reitor da UÉ sublinhou a importância do IIFA para o desenvolvimento da missão da academia, destacando o papel central da investigação científica. "Este é um momento extremamente importante para a Universidade. Temos uma nova Diretora do Instituto de Investigação e Formação Avançada, que é um dos pilares da Universidade de Évora", afirmou.

O Reitor salientou também que, no atual ciclo de governação, o Instituto deverá assumir um papel ainda mais determinante e estruturante na definição das políticas de investigação da Universidade e na valorização do conhecimento produzido. "Aquilo que se espera é que o IIFA tenha um papel ainda mais estruturante e mais influente nas políticas de investigação da Universidade, na produção de conhecimento e na sua transferência para a sociedade", referiu.

Entre as prioridades apontadas está também o reforço da capacitação da comunidade científica da Universidade. "O IIFA terá um papel muito importante na capacitação da nossa academia, dos nossos investigadores e dos nossos centros, tornando a nossa investigação cada vez mais competitiva, mais internacional e com maior impacto", acrescentou o Reitor.

António Candeias destacou ainda que o trabalho da nova Direção já se encontra em curso, evidenciando a rapidez com que foram iniciadas as primeiras decisões. "Estou muito satisfeito por já termos começado a trabalhar. Já ontem (dia 25 de junho) autorizei um conjunto de despachos preparados pela Andreia, decisões que considero muito relevantes e que terão um impacto positivo imediato", concluiu.

Por seu turno, a nova diretora do Instituto de Investigação e Formação Avançada (IIFA) começou por agradecer a presença e o apoio de todos, sublinhando que assume o cargo "com enorme sentido de responsabilidade, de alegria, de muita vontade, alguma apreensão e muito receio", agradecendo a confiança depositada pela Assembleia do IIFA.

A responsável salientou que o conhecimento adquirido enquanto integrou a anterior direção do Instituto permitiu-lhe compreender melhor os desafios e as potencialidades do IIFA, reforçando a convicção de que a unidade tem um papel determinante no desenvolvimento da Universidade de Évora.

Referindo-se ao atual contexto científico, apontou os desafios associados ao aumento da competitividade internacional, ao impacto da inteligência artificial na atividade científica e às oportunidades criadas pela Capital Europeia da Cultura - Évora 2027, defendendo que "a instituição tem de ter capacidade para tomar decisões estratégicas, acima de tudo muito colaborativas, para se posicionar devidamente e reforçar a sua internacionalização".

Entre as prioridades do mandato, Andreia Dionísio destacou o reforço da excelência científica e do posicionamento internacional da Universidade, a valorização das pessoas e das carreiras científicas, a atração e retenção de talento, a promoção da qualidade da formação avançada e o fortalecimento da ligação entre ciência, cultura e sociedade.

"A formação avançada é o berço do crescimento e da criação do conhecimento e da ciência. Temos de promover a qualidade e a generalidade desta formação", afirmou, acrescentando que pretende igualmente aproveitar o potencial de Évora 2027 para aproximar a investigação da sociedade.

A nova diretora defendeu ainda que o IIFA deve afirmar-se como "uma plataforma estratégica ao serviço da Universidade", contribuindo para reforçar a visibilidade científica da instituição e apoiando as suas diferentes unidades e serviços.

No final da intervenção, apelou ao envolvimento de toda a comunidade académica, considerando que os objetivos definidos só poderão ser alcançados através do trabalho conjunto. "Nenhum destes objetivos se consegue de forma isolada. Este sucesso depende, acima de tudo, da capacidade de trabalharmos de forma conjunta, em equipa e de forma colaborativa", afirmou.

Dirigindo-se aos investigadores, docentes, estudantes, técnicos e órgãos de governo da Universidade, concluiu: "Contem comigo para trabalhar com rigor, com muito diálogo e com ambição. Espero o vosso apoio para me guiar e para me ajudar".

Publicado em 02.07.2026