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Estrutura genética e filogeografica das lampreias (petromyzontidae): definição de unidades de conservação e gestão

Cofinanciado por:
Designação do projeto | Estrutura genética e filogeografica das lampreias (petromyzontidae): definição de unidades de conservação e gestão
Código do projecto | PTDC/BIA-BDE/71826/2006
Objetivo principal |

Região de intervenção |

Entidade beneficiária |
  • Universidade de Évora(líder)
  • Universidade de Lisboa - Fundação da Faculdade de Ciências(parceiro)

Data de aprovação | 01-01-2008
Data de inicio | 01-01-2008
Data de conclusão | 31-03-2011

Custo total elegível |
Apoio financeiro da União Europeia |
Apoio financeiro público nacional/regional |
Apoio financeiro atribuído à Universidade de Évora | 56914 €

Resumo

Neste projecto, pretendemos investigar como alguns factores intrínsecos (capacidade de dispersão e especificidade de habitat) e factores extrínsecos históricos (e.g. avanços glaciares) terão gerado estruturação nas populações de lampreias. Será analisada a diversidade genética, usando marcadores mitocondriais, nas três espécies de lampreias e os padrões filogeográficos observados serão relacionados com acontecimentos históricos e também com a capacidade de dispersão e características do habitat de cada espécie. A lampreia-marinha (Petromyzon marinus) e lampreia-de-rio (Lampetra fluviatilis) são ambas anádromas. A lampreia-de-riacho (L. planeri) apresenta um ciclo de vida distinto, sendo não-parasita e residente em água doce. As três espécies coexistem na maior parte da sua área de distribuição natural, embora a lampreia-marinha apresente uma distribuição mais abrangente, e como tal deverão partilhar factores históricos extrínsecos.