2026
Sociologia da Música
Nome: Sociologia da Música
Cód.: MUS12946L
3 ECTS
Duração: 15 semanas/78 horas
Área Científica:
Musicologia
Língua(s) de lecionação: Português
Língua(s) de apoio tutorial: Português, Inglês
Regime de Frequência: Presencial
Objetivos de Desenvolvimento Sustentável
Objetivos de Aprendizagem
Adquirir uma compreensão contextualizada do objecto de estudo da sociologia e da sua natureza. Adquirir e compreender as noções e conceitos necessários à abordagem sociológica da produção artística, nomeadamente musical. Reconhecer a música como fenómeno sócio-cultural e contribuir para uma visão crítica da História da Música Ocidental. Promover o desenvolvimento das capacidades de problematização, estruturação e síntese dos conhecimentos. Desenvolver as capacidades de exposição, escrita e oral.
Conteúdos Programáticos
1 - Introdução à Sociologia
2 - O Acontecimento musical enquanto facto social, interacção social e identidade social
3 - Formas de existência da música enquanto sistemas dinâmicos, contextos de criação/produção, mediação e recepção.
4 - Modelos de sociabilidade e práticas culturais com música.
5 - Cultura de massa e globalização, sociedade de consumo e níveis da cultura.
2 - O Acontecimento musical enquanto facto social, interacção social e identidade social
3 - Formas de existência da música enquanto sistemas dinâmicos, contextos de criação/produção, mediação e recepção.
4 - Modelos de sociabilidade e práticas culturais com música.
5 - Cultura de massa e globalização, sociedade de consumo e níveis da cultura.
Métodos de Ensino
Leccionação expositiva dos conteúdos fundamentais, estudos de caso, discussão de problemáticas propostas e acompanhamento orientado do progresso de aprendizagem e de expressão de conhecimentos. Audição e visualização de exemplos seleccionados.
Política de uso de Inteligência Artificial
A utilização de ferramentas de Inteligência Artificial (IA) é permitida de acordo com as orientações do Despacho n.º 34/2026, da Universidade de Évora, desde que devidamente declarada e referenciada. É obrigatória a declaração do seu uso, indicando qual a ferramenta utilizada, a sua finalidade e o modo de utilização, em qualquer trabalho escrito, audiovisual, apresentação ou outro produto sujeito a avaliação na unidade curricular.
A IA pode ser utilizada no apoio à aprendizagem, pesquisa, organização da informação e análise, devendo o/a estudante proceder à validação humana e crítica da informação e dos conteúdos produzidos.
A sua utilização é permitida como ferramenta de apoio à pesquisa, organização da informação, revisão de textos, análise e desenvolvimento de ideias, bem como à criação de recursos com base em conteúdos elaborados e validados pelo estudante. Não é permitido utilizar a IA para realizar integralmente trabalhos de avaliação ou outros, resolver automaticamente tarefas de avaliação, apresentar conteúdos gerados como sendo da sua autoria ou substituir o pensamento crítico e a reflexão próprios. Não é permitido inventar ou manipular fontes, dados e resultados.
Estas práticas podem configurar fraude académica, nos termos do artigo 119.º do Regulamento Académico da Universidade de Évora (RAUÉ).
Política de uso de Inteligência Artificial
A utilização de ferramentas de Inteligência Artificial (IA) é permitida de acordo com as orientações do Despacho n.º 34/2026, da Universidade de Évora, desde que devidamente declarada e referenciada. É obrigatória a declaração do seu uso, indicando qual a ferramenta utilizada, a sua finalidade e o modo de utilização, em qualquer trabalho escrito, audiovisual, apresentação ou outro produto sujeito a avaliação na unidade curricular.
A IA pode ser utilizada no apoio à aprendizagem, pesquisa, organização da informação e análise, devendo o/a estudante proceder à validação humana e crítica da informação e dos conteúdos produzidos.
A sua utilização é permitida como ferramenta de apoio à pesquisa, organização da informação, revisão de textos, análise e desenvolvimento de ideias, bem como à criação de recursos com base em conteúdos elaborados e validados pelo estudante. Não é permitido utilizar a IA para realizar integralmente trabalhos de avaliação ou outros, resolver automaticamente tarefas de avaliação, apresentar conteúdos gerados como sendo da sua autoria ou substituir o pensamento crítico e a reflexão próprios. Não é permitido inventar ou manipular fontes, dados e resultados.
Estas práticas podem configurar fraude académica, nos termos do artigo 119.º do Regulamento Académico da Universidade de Évora (RAUÉ).
Avaliação
Os alunos podem optar por:
Avaliação contínua:
- Teste escrito (50%)
- Trabalho escrito individual (35%)
- Apresentação oral com suporte digital (15%)
ou
- Avaliação final:
Exame final escrito (100%)
Nota: Se considerado necessário para verificar em que medida o estudante desenvolveu os conhecimentos e as competências previstas para a unidade curricular, poderá a equipa docente convocar o estudante para uma prova oral, nos termos do n.º 13 do artigo 110.º do Regulamento Académico da Universidade de Évora, sendo asseguradas as condições previstas no n.º 4 do artigo 116.º e no n.º 1 do artigo 118.º do mesmo Regulamento. A prova oral terá uma ponderação de 40% na classificação final da unidade curricular.
Avaliação contínua:
- Teste escrito (50%)
- Trabalho escrito individual (35%)
- Apresentação oral com suporte digital (15%)
ou
- Avaliação final:
Exame final escrito (100%)
Nota: Se considerado necessário para verificar em que medida o estudante desenvolveu os conhecimentos e as competências previstas para a unidade curricular, poderá a equipa docente convocar o estudante para uma prova oral, nos termos do n.º 13 do artigo 110.º do Regulamento Académico da Universidade de Évora, sendo asseguradas as condições previstas no n.º 4 do artigo 116.º e no n.º 1 do artigo 118.º do mesmo Regulamento. A prova oral terá uma ponderação de 40% na classificação final da unidade curricular.
Bibliografia
Bermingham, A., & Brewer, J. (Eds.). (1997). The consumption of culture 1600?1800: Image, object, text. Routledge.
Blaukopf, K. (1988). Sociología de la música. Real Musical.
Carvalho, M. V. de. (1999). Razão e sentimento na comunicação musical. Relógio d?Água.
Giddens, A. (2000). Sociologia (3.ª ed.). Fundação Calouste Gulbenkian.
Leppert, R. (Ed.). (2002). Essays on music. University of California Press.
Leppert, R., & McClary, S. (Eds.). (1987). Music and society: The politics of composition, performance, and reception. Cambridge University Press.
Martin, P. J. (1995). Sounds and society: Themes in the sociology of music. Manchester University Press.
Oxford University Press. (n.d.). Oxford Music Online. https://www.oxfordmusiconline.com/
Shepherd, J. (1991). Music as social text. Polity Press.
Supicic, I. (1987). Music in society: A guide to the sociology of music. Pendragon Press.
Blaukopf, K. (1988). Sociología de la música. Real Musical.
Carvalho, M. V. de. (1999). Razão e sentimento na comunicação musical. Relógio d?Água.
Giddens, A. (2000). Sociologia (3.ª ed.). Fundação Calouste Gulbenkian.
Leppert, R. (Ed.). (2002). Essays on music. University of California Press.
Leppert, R., & McClary, S. (Eds.). (1987). Music and society: The politics of composition, performance, and reception. Cambridge University Press.
Martin, P. J. (1995). Sounds and society: Themes in the sociology of music. Manchester University Press.
Oxford University Press. (n.d.). Oxford Music Online. https://www.oxfordmusiconline.com/
Shepherd, J. (1991). Music as social text. Polity Press.
Supicic, I. (1987). Music in society: A guide to the sociology of music. Pendragon Press.
Equipa Docente
- Pedro Filipe Russo Moreira [responsável]
