2026
Cultura Clássica
Nome: Cultura Clássica
Cód.: LLT02440L
6 ECTS
Duração: 15 semanas/156 horas
Área Científica:
Literatura
Língua(s) de lecionação: Português
Língua(s) de apoio tutorial: Português
Apresentação
Nesta disciplina estudam-se autores e obras da Literatura grega e latina, de forma a compreender as distintas formas de apreensão da realidade histórica.
Objetivos de Desenvolvimento Sustentável
Objetivos de Aprendizagem
1. Dominar conhecimentos respeitantes ao pensamento grego e romano.
2. Conhecer, analisar e avaliar os textos propostos, tendo em conta os respectivos contextos de produção.
3. Reconhecer e problematizar os textos propostos como fontes históricas.
4. Reconhecer elementos culturais das civilizações grega e romana e reconhecer a sua influência em diferentes domínios da civilização ocidental.
5. Identificar tópicos e influências clássicas na cultura europeia.
6. Emitir opiniões e críticas próprias sobre os temas apresentados.
2. Conhecer, analisar e avaliar os textos propostos, tendo em conta os respectivos contextos de produção.
3. Reconhecer e problematizar os textos propostos como fontes históricas.
4. Reconhecer elementos culturais das civilizações grega e romana e reconhecer a sua influência em diferentes domínios da civilização ocidental.
5. Identificar tópicos e influências clássicas na cultura europeia.
6. Emitir opiniões e críticas próprias sobre os temas apresentados.
Conteúdos Programáticos
A. Grécia
1. As primeiras descrições «históricas» e as suas limitações:
1.1. A genealogia ou mitografia;
1.2. A cronografia.
1.3. A «etnografia»;
1.4. A horografia.
2. Os Poemas Homéricos
2.1. A mundividência da Ilíada e da Odisseia.
3. Hesíodo e a emergência de um novo paradigma cultural.
4. Historiografia: conceito e fundamentos teóricos.
4.1. Historiografia e literatura:
4.3.1. As guerras persas: Os Persas de Ésquilo e as Histórias de Heródoto.
4.3.2. A guerra do Peloponeso: o testemunho de Tucídides.
4.3.2. Eurípides e a mudança de mentalidades. A influência dos sofistas.
6. A teoria política: Platão e Aristóteles
7. Alexandre Magno e a herança helenística.
B. Roma
1. Os mitos da fundação: a criação de modelos paradigmáticos.
2. A República e as suas tensões: as visões da historiografia e a sua problemática
2.1. A helenização. A importância do círculo de Cipião para a cultura romana.
2.2. As guerras púnicas, a conjuração de Catilina e a guerra civil.
3. O século de Augusto:
3.1. A política cultural de Augusto: a Eneida como reflexo do novo paradigma cultural.
3.1. A produção intelectual do tempo de Augusto e a importância do círculo de Mecenas para a criação do novo paradigma.
4. O império visto pelos textos historiográficos e biográficos:
4.1. O quadro conceptual e metodológico subjacente à biografia e à historiografia.
4.2. Os Júlio-Cláudios: Suetónio e Tácito.
4.2.1. Nero: o retrato biográfico e os dados da historiografia.
4.3. As dinastias Antonina e Severa: História Augusta, Herodiano e Díon Cássio.
5. A historiografia cristã: História Eclesiástica e História Universal.
1. As primeiras descrições «históricas» e as suas limitações:
1.1. A genealogia ou mitografia;
1.2. A cronografia.
1.3. A «etnografia»;
1.4. A horografia.
2. Os Poemas Homéricos
2.1. A mundividência da Ilíada e da Odisseia.
3. Hesíodo e a emergência de um novo paradigma cultural.
4. Historiografia: conceito e fundamentos teóricos.
4.1. Historiografia e literatura:
4.3.1. As guerras persas: Os Persas de Ésquilo e as Histórias de Heródoto.
4.3.2. A guerra do Peloponeso: o testemunho de Tucídides.
4.3.2. Eurípides e a mudança de mentalidades. A influência dos sofistas.
6. A teoria política: Platão e Aristóteles
7. Alexandre Magno e a herança helenística.
B. Roma
1. Os mitos da fundação: a criação de modelos paradigmáticos.
2. A República e as suas tensões: as visões da historiografia e a sua problemática
2.1. A helenização. A importância do círculo de Cipião para a cultura romana.
2.2. As guerras púnicas, a conjuração de Catilina e a guerra civil.
3. O século de Augusto:
3.1. A política cultural de Augusto: a Eneida como reflexo do novo paradigma cultural.
3.1. A produção intelectual do tempo de Augusto e a importância do círculo de Mecenas para a criação do novo paradigma.
4. O império visto pelos textos historiográficos e biográficos:
4.1. O quadro conceptual e metodológico subjacente à biografia e à historiografia.
4.2. Os Júlio-Cláudios: Suetónio e Tácito.
4.2.1. Nero: o retrato biográfico e os dados da historiografia.
4.3. As dinastias Antonina e Severa: História Augusta, Herodiano e Díon Cássio.
5. A historiografia cristã: História Eclesiástica e História Universal.
Métodos de Ensino
Exposição. Leitura de fontes, análise e comentário. Síntese.
Avaliação
De acordo com o Regulamento Académico e com o ponto 2.3. dos critérios de avaliação definidos pelo Departamento de Linguística e Literaturas, há duas formas de avaliação:
Avaliação Contínua
A avaliação contínua compreenderá, no mínimo, duas componentes de avaliação, sendo uma delas uma prova escrita (frequência), com um peso de 50% e cuja nota não poderá ser inferior a 8 valores.
A outra componente será constituída por outros instrumentos, que poderão ser:
a) Uma segunda prova escrita de frequência;
b) Outros elementos definidos pelos docentes, de forma ajustada aos programas e às metodologias de ensino;
c) Uma combinação dos dois instrumentos referidos nas alíneas anteriores.
Avaliação por Exame Final
O regime de exame (épocas normal, de recurso, especial e extraordinária) consiste na realização de uma prova escrita, à qual será atribuída a ponderação de 100%.
Avaliação Contínua
A avaliação contínua compreenderá, no mínimo, duas componentes de avaliação, sendo uma delas uma prova escrita (frequência), com um peso de 50% e cuja nota não poderá ser inferior a 8 valores.
A outra componente será constituída por outros instrumentos, que poderão ser:
a) Uma segunda prova escrita de frequência;
b) Outros elementos definidos pelos docentes, de forma ajustada aos programas e às metodologias de ensino;
c) Uma combinação dos dois instrumentos referidos nas alíneas anteriores.
Avaliação por Exame Final
O regime de exame (épocas normal, de recurso, especial e extraordinária) consiste na realização de uma prova escrita, à qual será atribuída a ponderação de 100%.
Bibliografia
Homero & Lourenço, F. (2005). Ilíada. Tradução de F. Lourenço. Cotovia; e Homero & Lourenço, F. (2003). Odisseia. Tradução de F. Lourenço. Cotovia.
Hesíodo (2005). Teogonia. Trabalhos e dias. Introdução de Maria Helena da Rocha Pereira. Tradução e notas de Ana Elias Pinheiro e José Ribeiro Ferreira. INCM.
Heródoto & Rocha Pereira, M. H. da & Ferreira, J. R. & Silva, M. de F. (2001). Histórias. Livro 1º. Introdução geral de M. H. da Rocha Pereira, introdução ao livro I, versão do grego e notas de J. R. Ferreira e M. de Fátima Silva. Edições 70.
Tucídides & Fernandes, R. R. (2010). História da Guerra do Peloponeso. Introdução, trad. e notas de R. Rosado Fernandes. Fundação Calouste Gulbenkian.
Lívio, T. & Alberto, P. F. (1999). História de Roma: livro I = Ab Vrbe Condita. Introd., trad. e notas Paulo Farmhouse Alberto. Inquérito.
Virgílio & André, C. A. (2020). Eneida, Tradução, introdução e anotações de Carlos Ascenso André. Cotovia.
Hesíodo (2005). Teogonia. Trabalhos e dias. Introdução de Maria Helena da Rocha Pereira. Tradução e notas de Ana Elias Pinheiro e José Ribeiro Ferreira. INCM.
Heródoto & Rocha Pereira, M. H. da & Ferreira, J. R. & Silva, M. de F. (2001). Histórias. Livro 1º. Introdução geral de M. H. da Rocha Pereira, introdução ao livro I, versão do grego e notas de J. R. Ferreira e M. de Fátima Silva. Edições 70.
Tucídides & Fernandes, R. R. (2010). História da Guerra do Peloponeso. Introdução, trad. e notas de R. Rosado Fernandes. Fundação Calouste Gulbenkian.
Lívio, T. & Alberto, P. F. (1999). História de Roma: livro I = Ab Vrbe Condita. Introd., trad. e notas Paulo Farmhouse Alberto. Inquérito.
Virgílio & André, C. A. (2020). Eneida, Tradução, introdução e anotações de Carlos Ascenso André. Cotovia.
