2026

Arqueologia das Sociedades Pré e Proto-Históricas

Nome: Arqueologia das Sociedades Pré e Proto-Históricas
Cód.: HIS12028L
6 ECTS
Duração: 15 semanas/156 horas
Área Científica: Arqueologia

Língua(s) de lecionação: Português
Língua(s) de apoio tutorial: Português
Regime de Frequência: Presencial

Objetivos de Desenvolvimento Sustentável

Objetivos de Aprendizagem

Identificar os horizontes geográficos e cronológicos dos temas constantes da matéria em estudo;
Observar, analisar e identificar materiais e estruturas dos períodos pré e proto-históricos;
Identificar e descrever artefactos e estruturas e a sua adequada contextualização crono-cultural;
Oferecer informação específica sobre a evolução económica, social, tecnológica, ideológica e cognitiva das sociedades pré e proto-históricas, nos diferentes quadros regionais;
Caracterizar as transformações ocorridas na Pré e Proto-História na Península Ibérica, com especial foco no actual território português;
Reconhecer a importância dos vestígios da cultura material existentes na Península Ibérica para a ?reconstrução? histórica destas sociedades.
Caracterizar as transformações sociais, económicas e políticas ocorridas ao longo do 1º milénio a.n.e. nos povos pré-romanos do nosso território.
Concluir da importância dos vestígios da cultura material existentes na Península Ibérica.

Conteúdos Programáticos

1 - A Neolitização
- Próximo Oriente.
- Europa.
- Território português
2 - O povoamento e os Recursos
3 - O Megalitismo.
- A emergência do megalitismo e as diferentes teses explicativas do fenómeno.
- O megalitismo não funerário.
- A distribuição geográfica e espacial na Europa e no Mundo.
- O caso português.
- As diferentes tipologias de monumentos.
- As interpretações simbólicas e religiosas deste tipo de monumentos.
4 - A emergência da metalurgia.
- As diferenças a nível da economia e da sociedade

Métodos de Ensino

Exposição pelo docente dos conceitos teóricos, definições, metodologias e casos de estudo, com recurso à análise de textos, imagens, cartografia, artefatos/ecofatos e recursos digitais. As sessões são acompanhadas pelo envolvimento dos discentes através de uma abordagem dialógica à aprendizagem ou pela organização de debates envolvendo os discentes. Para além dos casos de estudo apresentados pelo docente, poderão ser convidados especialistas para enriquecer o conteúdo e diversidade programática, assim também adaptando o conteúdo programático aos principais interesses dos discentes e contribuindo para uma maior articulação entre ensino e investigação.

Avaliação

Contínua, com um trabalho escrito e apresentação em aula (40%), uma prova de frequência (45%), mais a assiduidade/frequência e participação em aulas ou outros eventos de carácter formativo (15%) ou por Exame Final (100%).

Princípios orientadores para o uso de IA: A IA poderá ser usada para apoiar a aprendizagem, não para substituir a reflexão, a criatividade ou a autoria humanas. Todo o uso de IA deve respeitar os princípios de honestidade, rigor e responsabilidade intelectual, evitando plágio, falsificação ou dependência acrítica das respostas automatizadas. Qualquer utilização de IA na elaboração de elmentos a entregar para avaliação deve ser explicitamente identificada, indicando a ferramenta usada e a natureza da sua contribuição. Os estudantes devem demonstrar capacidade de avaliar, interpretar e problematizar os resultados produzidos por IA, reconhecendo as suas limitações, enviesamentos e implicações éticas. É proibido inserir dados pessoais, materiais confidenciais ou informação sensível em sistemas de IA generativa, em conformidade com o RGPD e as normas da Universidade de Évora. A IA não pode ser considerada autora, pelo que o estudante mantém a responsabilidade total pela produção e veracidade do trabalho entregue. É admitida a utilização de IA como ferramenta de apoio à investigação, como instrumento de reflexão crítica e em contextos de aprendizagem ativa. É vedada a utilização de IA para gerar textos, respostas, imagens ou outros conteúdos a apresentar como produção original do estudante; para elaborar automaticamente trabalhos, ensaios, relatórios ou outros elementos de avaliação sem intervenção intelectual substantiva do autor humano; para manipular, falsificar ou omitir fontes de informação. Trabalhos em que se verifique uso de IA sem declaração explícita serão considerados em violação das normas de integridade académica, podendo implicar penalizações equivalentes às previstas para o plágio. O docente pode solicitar explicações adicionais ou versões preliminares do trabalho, de modo a confirmar a autoria efetiva. A originalidade, a análise crítica e a capacidade interpretativa continuam a ser critérios-chave de avaliação. O docente poderá usar as ferramentas que considere necessárias para averiguar o uso de IA por alunos, podendo proceder ao pedido de esclarecimentos orais ou, inclusive, à realização de exame oral com o júri da Unidade Curricular.

Bibliografia

ARMBRUSTER, B, (2021) - Les ors de l'Europe Atlantique à l'âge du Bronze. Mémoire. n° LIV.
BARANDIARÁN, Ignacio; MARTÍ, Bernat; RINCÓN; Ma.; MAYA, José (1998) - Prehistoria de la Península Ibérica, Ariel Prehistoria, Barcelona.
BICHO, Nuno Ferreira (2006) - Manual de Arqueologia Pré-Histórica, Lisboa, Edições 70 (colecção Compêndio)
BOSCH-GIMPERA, Pedro (1975) - Prehistoria de Europa. Las raíces prehistoricas de las culturas de Europa, ed. Istmo, Madrid.
CARDOSO, João Luís (2002), Pré-História de Portugal, Lisboa, Edições Verbo.
ROJO GUERRA, M.; GARRIDO PENA, R.; MARTÍNEZ DE LAGRÁN, I. ? Ed. (2012). El Neolítico en la Península Ibérica y su context europeo. Ediciones Cátedra, Madrid.
VALERA, A.C. ed. (2018) - Os Perdigões Neolíticos. Génese e desenvolvimento (de meados do 4º aos inícios do 3º milénio AC). Perdigões Monográfica 1. [em linha] http://www.nia-era.org/publicacoes/cat_view/18-monografias-livros

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