2026

Património Arqueológico

Nome: Património Arqueológico
Cód.: HIS02467L
6 ECTS
Duração: 15 semanas/156 horas
Área Científica: Arqueologia

Língua(s) de lecionação: Português
Língua(s) de apoio tutorial: Português

Apresentação

Esta unidade curricular fornece uma perspetiva geral do Património Arqueológico, da investigando à valorização, privilegiando o existente no Sul de Portugal.

Objetivos de Desenvolvimento Sustentável

Objetivos de Aprendizagem

Conhecer as diferentes tipologias de património arqueológico e a legislação nacional e internacional aplicável ao património arqueológico.
Reconhecer possibilidades de valorizar o património arqueológico.
Elaborar projectos e actividades para incrementar a divulgação e salvaguarda do património arqueológico ligando a arqueologia aos vários modelos de comunicação e promoção sustentada.

Conteúdos Programáticos

1. Do interesse e curiosidade pela Arqueologia à constituição da Arqueologia enquanto ciência.
2. Legislação e documentação sobre o Património em geral e arqueológico, em particular
2.1. As instituições que tutelam o Património Cultural
3. Os diferentes tipos de Património(s)
4. Do trabalho arqueológico de campo à recuperação, valorização e divulgação do Património Arqueológico
5. O Património Arqueológico de recurso produto cultural e económico

Métodos de Ensino

As metodologias de ensino são diversificadas, combinando a exposição oral realizada pelo professor com o desenvolvimento das capacidades dos alunos para a construção de pensamento crítico sobre os conteúdos programáticos, autonomia no processo de ensino-aprendizagem e de autoavaliação. Valoriza-se uma aprendizagem participativa que investe na intervenção e debate em sala de aula, na autonomia da investigação e na demonstração da capacidade de organização, sistematização e análise da informação realizada através da aplicação dos conhecimentos.
As sessões são acompanhadas pelo envolvimento dos discentes através de uma abordagem dialógica à aprendizagem ou pela organização de debates envolvendo os discentes. Para além dos casos de estudo apresentados pelo docente, poderão ser convidados especialistas para enriquecer o conteúdo e diversidade programática, assim também adaptando o conteúdo programático aos principais interesses dos discentes e contribuindo para uma maior articulação entre ensino e investigação.

Avaliação

Contínua, com um trabalho escrito (30%) e apresentação em aula (50%), mais a assiduidade/frequência e participação em aulas ou outros eventos de carácter formativo (20%) ou por Exame Final (100%).

Princípios orientadores para o uso de IA: A IA poderá ser usada para apoiar a aprendizagem, não para substituir a reflexão, a criatividade ou a autoria humanas. Todo o uso de IA deve respeitar os princípios de honestidade, rigor e responsabilidade intelectual, evitando plágio, falsificação ou dependência acrítica das respostas automatizadas. Qualquer utilização de IA na elaboração de elementos a entregar para avaliação deve ser explicitamente identificada, indicando a ferramenta usada e a natureza da sua contribuição. Os estudantes devem demonstrar capacidade de avaliar, interpretar e problematizar os resultados produzidos por IA, reconhecendo as suas limitações, enviesamentos e implicações éticas. É proibido inserir dados pessoais, materiais confidenciais ou informação sensível em sistemas de IA generativa, em conformidade com o RGPD e as normas da Universidade de Évora. A IA não pode ser considerada autora, pelo que o estudante mantém a responsabilidade total pela produção e veracidade do trabalho entregue. É admitida a utilização de IA como ferramenta de apoio à investigação, como instrumento de reflexão crítica e em contextos de aprendizagem ativa. É vedada a utilização de IA para gerar textos, respostas, imagens ou outros conteúdos a apresentar como produção original do estudante; para elaborar automaticamente trabalhos, ensaios, relatórios ou outros elementos de avaliação sem intervenção intelectual substantiva do autor humano; para manipular, falsificar ou omitir fontes de informação. Trabalhos em que se verifique uso de IA sem declaração explícita serão considerados em violação das normas de integridade académica, podendo implicar penalizações equivalentes às previstas para o plágio. O docente pode solicitar explicações adicionais ou versões preliminares do trabalho, de modo a confirmar a autoria efetiva. A originalidade, a análise crítica e a capacidade interpretativa continuam a ser critérios-chave de avaliação. O docente poderá usar as ferramentas que considere necessárias para averiguar o uso de IA por alunos, podendo proceder ao pedido de esclarecimentos orais ou, inclusive, à realização de exame oral com o júri da Unidade Curricular.

Bibliografia

LOPES, F; CORREIA, M. B. (2004) Património Arquitectónico e Arqueológico. Cartas, Recomendações e Convenções Internacionais, Lisboa, Livros Horizonte.
MANNONI, T.; GIANNNICHEDDA, E. (2007), Arqueologia: Materias, objetos y producciones, Barcelona, Ariel.
PEREIRA, P. (coord.): Intervenções no Património. Nova Política 1995-2000 (1997) Lisboa, Ministério da Cultura, Instituto Português do Património Arquitectónico.
PÉREZ-JUEZ GIL, A. (2006), Gestíon del Patrimonio Arqueológico, Ariel, Barcelona
ROCHA, L; BRANCO, G. (2020) – Turismo cultural alentejano…como rentabilizar? Scientia Antiquitatis. n. 1/2020, Évora, p. 5-16.
ROCHA, L. (2018) - Museu Interativo de Mora: o primeiro museu de megalitismo em Portugal. Anuário do Património. 3. Lisboa: Canto Redondo, p. 247-251.

Equipa Docente (2025/2026 )