2025

Oficina de Meio Físico e Social

Nome: Oficina de Meio Físico e Social
Cód.: PED14969L
3 ECTS
Duração: 15 semanas/78 horas
Área Científica: Ciências da Educação

Língua(s) de lecionação: Português
Língua(s) de apoio tutorial: Português
Regime de Frequência: Presencial

Objetivos de Desenvolvimento Sustentável

Objetivos de Aprendizagem

1.Analisar o papel das ciências naturais e sociais num quadro de educação para a sustentabilidade e ao longo da vida
2.Compreender o papel que as áreas de Conhecimento do Mundo e de Estudo do Meio físico e social desempenham no desenvolvimento intelectual, estético e sociomoral das crianças.
3.Fundamentar as atuais correntes curriculares, pedagógicas e didáticas para o ensino das Ciências e para o ensino da História.
4.Integrar a avaliação no processo de ensino e aprendizagem
5.Explorar abordagens adequadas à construção do conhecimento no âmbito do Meio Físico e Social

Conteúdos Programáticos

1.O lugar das ciências naturais e sociais na aprendizagem ao longo da vida
2.Contributos do Conhecimento do Mundo e de Estudo do Meio físico e social no desenvolvimento intelectual, estético e sociomoral das crianças.
3.Atuais correntes curriculares, pedagógicas e didáticas para o ensino das Ciências e para o ensino da História.
4.A avaliação como processo de regulação do ensino e da aprendizagem
5.A construção do conhecimento no âmbito do Meio Físico e Social

Métodos de Ensino

As metodologias pedagógicas privilegiam a participação ativa dos estudantes na co-construção do conhecimento, através de estratégias diversificadas, como o debate, a análise de situações relatadas ou experienciadas, a reflexão e crítica fundamentada, em momentos de trabalho individual e de trabalho colaborativo. São mobilizados diferentes recursos (documentos, vídeos, aplicações tecnológicas e observação direta) para apoio às situações de aprendizagem - baseadas em investigação, em projetos, em problemas. e são realizadas saídas de campo a diferentes contextos (ambientes naturais/sociais, museus e afins, centro ciência viva) que contribuem para a diversificação de experiências de aprendizagem e um maior enriquecimento da formação. O processo de ensino e aprendizagem é mediado pela avaliação com funções de regulação, apoiada em instrumentos facilitadores da autonomia e autorregulação das aprendizagens (guias de aprendizagem e rubricas de avaliação).

Política de uso da IA
O uso de ferramentas de IA é permitido como apoio à aprendizagem, pesquisa e organização de informação, desde que o estudante valide criticamente todas as informações e mantenha o controlo humano sobre o conteúdo produzido. A utilização da IA deve ser sempre declarada e referenciada, conforme as orientações da Universidade de Évora (DESPACHO N.º 34/2026).

Uso permitido da IA
Os estudantes podem utilizar ferramentas de IA para as seguintes finalidades: apoio à pesquisa e organização; apoio linguístico e estilístico; apoio analítico e de brainstorming; apoio na criação de apresentações a partir de conteúdo já produzido pelo estudante.

Uso não permitido da IA
Os seguintes usos de ferramentas de IA são estritamente proibidos e serão considerados fraude académica, nos termos do Artigo 119.º do Regulamento Académico da Universidade de Évora: geração integral de respostas ou trabalhos; resolução automática de exercícios ou problemas avaliados; utilizar IA para resolver automaticamente tarefas ou problemas que fazem parte da avaliação formal da UC; produção de textos como sendo originais; fabricação de fontes, dados ou resultados.

? É obrigatória a declaração do uso de IA em qualquer trabalho (escrito, audiovisual, apresentação oral, etc.) submetido para avaliação na UC. Esta declaração deve explicitar a ferramenta de IA utilizada e a finalidade do seu uso. Sempre que tecnicamente possível, o estudante deve indicar o identificador da sessão ou fornecer o link de partilha da interação.
? Referenciação bibliográfica: Quando a IA gerar conteúdo direto que seja incorporado no trabalho, a citação deve seguir a norma bibliográfica adotada na área científica (e.g., APA 7.ª ed). É fundamental que o estudante assuma a responsabilidade pela exatidão dos dados e valide a informação em fontes primárias.

Avaliação

I. Regime de Avaliação Contínua
A avaliação ocorre ao longo do semestre, está integrada no ensino e na aprendizagem, apoiada em instrumentos facilitadores da autonomia e autorregulação das aprendizagens (guias de aprendizagem e rubricas de avaliação).
A avaliação das aprendizagens inclui tarefas de natureza diversa, podendo ser realizadas individualmente ou em grupo, algumas incluem duas componentes: realização e apresentação/discussão. Todas as tarefas são avaliadas com base em critérios previamente definidos e partilhados com os estudantes.
A classificação final é obtida a partir da média das classificações obtidas nas tarefas consideradas
A classificação final é obtida a partir da média das tarefas classificadas (no mínimo, três tarefas).
Classificação Final = (T1+T2+?) /n

II. Regime de Avaliação Final
Os estudantes realizam uma Prova Escrita (PE) e uma Prova Prática (PP)
Classificação Final = 70%(PE)+30%(PP)

O regime de avaliação dos trabalhadores-estudantes segue as normas inscritas no RAUE.

Bibliografia

Conde, A. F; Magalhães, O.; Moreira, M.; Claro, S; Brito, F; Santos, I. (2020). A implantação e a instalação do conjunto arquitetónico de Valverde e a sua relação com a condução e o uso da água. A. F. Conde; O. Magalhães; A. C. Gouveia (Dirs.). O Claustro e o Século: Espaços, Fronteiras e Identidades. Cidehus, http://books.openedition.org/cidehus/10107
Fialho, I. (2010). Ensino experimental. Estudo do Meio. Ensino Básico, 1º ano. Areal Ed..
Fialho, I. (2019). O papel da avaliação na excelência educativa. Revista Pátio Ensino Fundamental–Excelência Pedagógica, AnoXXI, 88, 10-13.
Sá, J. & Varela, P. (2007). Crianças aprendem a pensar ciências. Uma abordagem interdisciplinar. Porto Ed.
Santos, M. L.; Gaspar, M. F. & Santos, S. S. (2014). A ciência na educação pré-escolar. FMS.
Skjæveland, Y. (2017). Learning history in early childhood: Teaching methods and children’s understanding. Contemporary Issues in Early Childhood, 18(1), 8-22.