Contextos Funerários em Bioarqueologia
Nome: Contextos Funerários em Bioarqueologia
Cód.: HIS14694M
3 ECTS
Duração: 15 semanas/78 horas
Área Científica:
Arqueologia, Ciências Biológicas
Língua(s) de lecionação: Português
Língua(s) de apoio tutorial: Português
Apresentação
Esta UC promove a compreensão da diversidade existente na Arqueologia Funerária da Pré-História aos tempos modernos.
Objetivos de Desenvolvimento Sustentável
Objetivos de Aprendizagem
Compreensão da diversidade existente na Arqueologia Funerária da Pré-História aos tempos modernos a nível das arquitecturas, dos espólios, das implantações, das cronologias e dos conjuntos osteológicos presentes.
As relações do ser humano com o ecossistema no passado, e os processos de escolha de áreas referenciais para construção de monumentos funerários, e as deposições.
As relações do ser humano com o ecossistema no passado, e os processos de escolha de áreas referenciais para construção de monumentos funerários, e as deposições.
Conteúdos Programáticos
1. Os tipos de Contextos Funerários
2. As Arquitecturas Funerárias
2.1. Arquitecturas positivas
2.2. Arquitecturas negativas
3. Os comportamentos simbólicos interpretados pela Arqueologia e pela Antropologia Biológica.
4. Os espólios funerários
5. Os enterramentos e o Mundo dos Mortos
6. As Implantações no espaço
7. As cronologias
8. Os modelos interpretativos
2. As Arquitecturas Funerárias
2.1. Arquitecturas positivas
2.2. Arquitecturas negativas
3. Os comportamentos simbólicos interpretados pela Arqueologia e pela Antropologia Biológica.
4. Os espólios funerários
5. Os enterramentos e o Mundo dos Mortos
6. As Implantações no espaço
7. As cronologias
8. Os modelos interpretativos
Métodos de Ensino
Exposição pelo docente dos conceitos teóricos, definições, metodologias e casos de estudo, com recurso à análise de textos, imagens, cartografia, artefatos/ecofatos e recursos digitais. As sessões são acompanhadas pelo envolvimento dos discentes através de uma abordagem dialógica à aprendizagem ou pela organização de debates envolvendo os discentes. Para além dos casos de estudo apresentados pelo docente, poderão ser convidados especialistas para enriquecer o conteúdo e diversidade programática, assim também adaptando o conteúdo programático aos principais interesses dos discentes e contribuindo para uma maior articulação entre ensino e investigação.
Avaliação
Contínua, com um trabalho escrito (35%), apresentação e discussão em aula (50%), mais a assiduidade/frequência e participação em aulas ou outros eventos de carácter formativo (15%) ou por Exame Final (100%).
Princípios orientadores para o uso de IA: A IA poderá ser usada para apoiar a aprendizagem, não para substituir a reflexão, a criatividade ou a autoria humanas. Todo o uso de IA deve respeitar os princípios de honestidade, rigor e responsabilidade intelectual, evitando plágio, falsificação ou dependência acrítica das respostas automatizadas. Qualquer utilização de IA na elaboração de elementos a entregar para avaliação deve ser explicitamente identificada, indicando a ferramenta usada e a natureza da sua contribuição. Os estudantes devem demonstrar capacidade de avaliar, interpretar e problematizar os resultados produzidos por IA, reconhecendo as suas limitações, enviesamentos e implicações éticas. É proibido inserir dados pessoais, materiais confidenciais ou informação sensível em sistemas de IA generativa, em conformidade com o RGPD e as normas da Universidade de Évora. A IA não pode ser considerada autora, pelo que o estudante mantém a responsabilidade total pela produção e veracidade do trabalho entregue. É admitida a utilização de IA como ferramenta de apoio à investigação, como instrumento de reflexão crítica e em contextos de aprendizagem ativa. É vedada a utilização de IA para gerar textos, respostas, imagens ou outros conteúdos a apresentar como produção original do estudante; para elaborar automaticamente trabalhos, ensaios, relatórios ou outros elementos de avaliação sem intervenção intelectual substantiva do autor humano; para manipular, falsificar ou omitir fontes de informação. Trabalhos em que se verifique uso de IA sem declaração explícita serão considerados em violação das normas de integridade académica, podendo implicar penalizações equivalentes às previstas para o plágio. O docente pode solicitar explicações adicionais ou versões preliminares do trabalho, de modo a confirmar a autoria efetiva. A originalidade, a análise crítica e a capacidade interpretativa continuam a ser critérios-chave de avaliação. O docente poderá usar as ferramentas que considere necessárias para averiguar o uso de IA por alunos, podendo proceder ao pedido de esclarecimentos orais ou, inclusive, à realização de exame oral com o júri da Unidade Curricular.
Princípios orientadores para o uso de IA: A IA poderá ser usada para apoiar a aprendizagem, não para substituir a reflexão, a criatividade ou a autoria humanas. Todo o uso de IA deve respeitar os princípios de honestidade, rigor e responsabilidade intelectual, evitando plágio, falsificação ou dependência acrítica das respostas automatizadas. Qualquer utilização de IA na elaboração de elementos a entregar para avaliação deve ser explicitamente identificada, indicando a ferramenta usada e a natureza da sua contribuição. Os estudantes devem demonstrar capacidade de avaliar, interpretar e problematizar os resultados produzidos por IA, reconhecendo as suas limitações, enviesamentos e implicações éticas. É proibido inserir dados pessoais, materiais confidenciais ou informação sensível em sistemas de IA generativa, em conformidade com o RGPD e as normas da Universidade de Évora. A IA não pode ser considerada autora, pelo que o estudante mantém a responsabilidade total pela produção e veracidade do trabalho entregue. É admitida a utilização de IA como ferramenta de apoio à investigação, como instrumento de reflexão crítica e em contextos de aprendizagem ativa. É vedada a utilização de IA para gerar textos, respostas, imagens ou outros conteúdos a apresentar como produção original do estudante; para elaborar automaticamente trabalhos, ensaios, relatórios ou outros elementos de avaliação sem intervenção intelectual substantiva do autor humano; para manipular, falsificar ou omitir fontes de informação. Trabalhos em que se verifique uso de IA sem declaração explícita serão considerados em violação das normas de integridade académica, podendo implicar penalizações equivalentes às previstas para o plágio. O docente pode solicitar explicações adicionais ou versões preliminares do trabalho, de modo a confirmar a autoria efetiva. A originalidade, a análise crítica e a capacidade interpretativa continuam a ser critérios-chave de avaliação. O docente poderá usar as ferramentas que considere necessárias para averiguar o uso de IA por alunos, podendo proceder ao pedido de esclarecimentos orais ou, inclusive, à realização de exame oral com o júri da Unidade Curricular.
Bibliografia
Bueno-Ramírez, P., Barroso-Bermejo, R. & Balbin-Behrmann, R. (2016). Between East and West: Megaliths in the Centre of the Iberian Peninsula. In: (Laporte, L. & Scarre, C. (eds.), The Megalithic Architectures of Europe, Oxbow Monographs. Pp: 157-166
Rocha, L. (2020). Where were the dead buried in Recent Prehistory? The problem of architectures versus chronologies in Central Alentejo (Portugal). In: Pre and Protohistoric Stone Architectures. Comparisons of the social and technical contexts associated to their building. Archaeopress Publishing Ltd. Pp: 86-94
Rocha, L., Oliveira, J., Dias, C., Mirão, J., Dias, L. & Manhita, L. (2018). About the Presence of Exotic Materials in Some Funerary Megalithic Monuments in Alentejo (Portugal): The Cases of Cinnabar and Amber. BAR International Series, 2891. Pp: 83-90
Brink, L. & Green, D., (2008). Commemorating the Dead. Texts and Artifacts in Context. Studies of Roman, Jewish, and Christian Burials. Walter de Gruyter GmbH & Co. KG, 10785 Berlin
Rocha, L. (2020). Where were the dead buried in Recent Prehistory? The problem of architectures versus chronologies in Central Alentejo (Portugal). In: Pre and Protohistoric Stone Architectures. Comparisons of the social and technical contexts associated to their building. Archaeopress Publishing Ltd. Pp: 86-94
Rocha, L., Oliveira, J., Dias, C., Mirão, J., Dias, L. & Manhita, L. (2018). About the Presence of Exotic Materials in Some Funerary Megalithic Monuments in Alentejo (Portugal): The Cases of Cinnabar and Amber. BAR International Series, 2891. Pp: 83-90
Brink, L. & Green, D., (2008). Commemorating the Dead. Texts and Artifacts in Context. Studies of Roman, Jewish, and Christian Burials. Walter de Gruyter GmbH & Co. KG, 10785 Berlin
