Zooarqueologia
Nome: Zooarqueologia
Cód.: BIO14692M
6 ECTS
Duração: 15 semanas/156 horas
Área Científica:
Ciências Biológicas
Língua(s) de lecionação: Português
Língua(s) de apoio tutorial: Português
Apresentação
A Zooarqueologia é uma disciplina focada no estudo de restos faunísticos encontrados em contextos arqueológicos, e pretende compreender a utilização de animais por parte de populações humanas do passado. Em conformidade, o objectivo desta UC consiste em dotar os estudantes de aspectos teórico-práticos da zooarqueologia de vertebrados.
Objetivos de Desenvolvimento Sustentável
Objetivos de Aprendizagem
A Zooarqueologia é uma disciplina focada nos restos faunísticos encontrados em contextos arqueológicos, e pretende compreender a utilização de animais por parte de populações humanas do passado. Em conformidade, o objectivo desta UC consiste em dotar os estudantes de aspectos teórico-práticos da zooarqueologia de vertebrados.
Pretende-se que os estudantes:
Conheçam as abordagens actuais à prática da zooarqueologia.
Sejam capazes de identificar as características principais do esqueleto de mamíferos, aves e peixes,.
Conheçam os métodos utilizados para identificação de sexo e idade em zooarqueologia.
Compreendam o potencial interpretativo dos dados zooarqueológicos.
Tenham desenvolvido um espírito crítico sobre as metodologias utilizadas na investigação em zooarqueologia.
Sejam capazes de elaborar questões de investigação e de delinear os procedimentos necessários para obter as respectivas respostas.
Sejam capazes de incorporar na UC os Objectivos de Desenvolvimento Sustentável.
Pretende-se que os estudantes:
Conheçam as abordagens actuais à prática da zooarqueologia.
Sejam capazes de identificar as características principais do esqueleto de mamíferos, aves e peixes,.
Conheçam os métodos utilizados para identificação de sexo e idade em zooarqueologia.
Compreendam o potencial interpretativo dos dados zooarqueológicos.
Tenham desenvolvido um espírito crítico sobre as metodologias utilizadas na investigação em zooarqueologia.
Sejam capazes de elaborar questões de investigação e de delinear os procedimentos necessários para obter as respectivas respostas.
Sejam capazes de incorporar na UC os Objectivos de Desenvolvimento Sustentável.
Conteúdos Programáticos
1. Introdução. Princípios básicos e prática da zooarqueologia.
2. Relações entre humanos e animais. Domesticação. Formação de conjuntos faunísticos: processos tafonómicos e métodos de recuperação.
3.Tecido ósseo. Desenvolvimento, estrutura e crescimento.
4.Taxonomia e evolução. Aspectos anatómicos e morfológicos de restos faunísticos.
5.Mamíferos
6.Aves
7.Peixes
8.Métodos analíticos em zooarqueologia
8.1. Classificação, registo e quantificação.
8.2. Estrutura das populações de animais. Determinação de idade e sexo.
8.3. Modificações antrópicas: processamento e consumo.
8.4. Práticas de criação de animais: interpretação dos resultados.
2. Relações entre humanos e animais. Domesticação. Formação de conjuntos faunísticos: processos tafonómicos e métodos de recuperação.
3.Tecido ósseo. Desenvolvimento, estrutura e crescimento.
4.Taxonomia e evolução. Aspectos anatómicos e morfológicos de restos faunísticos.
5.Mamíferos
6.Aves
7.Peixes
8.Métodos analíticos em zooarqueologia
8.1. Classificação, registo e quantificação.
8.2. Estrutura das populações de animais. Determinação de idade e sexo.
8.3. Modificações antrópicas: processamento e consumo.
8.4. Práticas de criação de animais: interpretação dos resultados.
Métodos de Ensino
TP: Aulas expositivas apoiadas por meios audiovisuais, com recurso a colecções biológicas de referência, observação de esqueletos de vertebrados e modelos didácticos; S: palestras de especialistas de renome internacional (on-line ou on-site). TC: aulas deslocalizadas a contextos arqueológicos e/ou envolvendo observação e consulta de colecções osteológicas especializadas. A plataforma Moodle será um suporte ao funcionamento da UC, com destaque para a disponibilização de bibliografia, documentos de apoio ao estudo e protocolos.
O desenvolvimento desta UC enquadra-se igualmente no Despacho n.º 34/2026 ? Referencial para o Uso de Inteligência Artificial (IA). A IA poderá ser utilizada como ferramenta de apoio à aprendizagem, à investigação e à reflexão crítica, mas não como substituto da reflexão, da criatividade ou da autoria humanas. A utilização de IA deverá respeitar os princípios de honestidade, rigor e responsabilidade intelectual. Não serão aceites práticas de plágio, falsificação, manipulação ou omissão de fontes, nem a utilização acrítica de conteúdos produzidos por sistemas automatizados.
Qualquer recurso a ferramentas de IA na elaboração de elementos sujeitos a avaliação deverá ser explicitamente identificado, indicando a ferramenta utilizada e a natureza da sua contribuição. Os estudantes deverão demonstrar capacidade para avaliar, interpretar e problematizar criticamente os resultados produzidos por IA, reconhecendo as suas limitações, possíveis enviesamentos e implicações éticas. É proibida a introdução de dados pessoais, materiais confidenciais ou informação sensível em sistemas de IA generativa, em conformidade com o RGPD e com as normas da Universidade de Évora.
A IA não pode ser considerada autora. O estudante mantém, em todos os casos, a responsabilidade integral pela autoria, qualidade, rigor e veracidade do trabalho entregue. É admitida a utilização de IA como ferramenta de apoio à investigação, instrumento de reflexão crítica e recurso em contextos de aprendizagem ativa. Não é, contudo, permitida a sua utilização para gerar textos, respostas, imagens ou outros conteúdos apresentados como produção original do estudante, nem para elaborar automaticamente trabalhos, ensaios, relatórios ou outros elementos de avaliação sem uma intervenção intelectual substantiva do autor humano.
A utilização de IA sem declaração explícita, quando esta tenha contribuído para a elaboração de um elemento de avaliação, será considerada uma violação das normas de integridade académica e poderá implicar penalizações equivalentes às previstas para situações de plágio. Sempre que existam dúvidas quanto à autoria ou ao processo de elaboração de um trabalho, o docente poderá solicitar esclarecimentos adicionais, versões preliminares ou outros elementos que permitam acompanhar o processo de produção. Poderá igualmente solicitar esclarecimentos orais ou, quando se justifique, determinar a realização de uma prova oral perante o júri da Unidade Curricular.
O desenvolvimento desta UC enquadra-se igualmente no Despacho n.º 34/2026 ? Referencial para o Uso de Inteligência Artificial (IA). A IA poderá ser utilizada como ferramenta de apoio à aprendizagem, à investigação e à reflexão crítica, mas não como substituto da reflexão, da criatividade ou da autoria humanas. A utilização de IA deverá respeitar os princípios de honestidade, rigor e responsabilidade intelectual. Não serão aceites práticas de plágio, falsificação, manipulação ou omissão de fontes, nem a utilização acrítica de conteúdos produzidos por sistemas automatizados.
Qualquer recurso a ferramentas de IA na elaboração de elementos sujeitos a avaliação deverá ser explicitamente identificado, indicando a ferramenta utilizada e a natureza da sua contribuição. Os estudantes deverão demonstrar capacidade para avaliar, interpretar e problematizar criticamente os resultados produzidos por IA, reconhecendo as suas limitações, possíveis enviesamentos e implicações éticas. É proibida a introdução de dados pessoais, materiais confidenciais ou informação sensível em sistemas de IA generativa, em conformidade com o RGPD e com as normas da Universidade de Évora.
A IA não pode ser considerada autora. O estudante mantém, em todos os casos, a responsabilidade integral pela autoria, qualidade, rigor e veracidade do trabalho entregue. É admitida a utilização de IA como ferramenta de apoio à investigação, instrumento de reflexão crítica e recurso em contextos de aprendizagem ativa. Não é, contudo, permitida a sua utilização para gerar textos, respostas, imagens ou outros conteúdos apresentados como produção original do estudante, nem para elaborar automaticamente trabalhos, ensaios, relatórios ou outros elementos de avaliação sem uma intervenção intelectual substantiva do autor humano.
A utilização de IA sem declaração explícita, quando esta tenha contribuído para a elaboração de um elemento de avaliação, será considerada uma violação das normas de integridade académica e poderá implicar penalizações equivalentes às previstas para situações de plágio. Sempre que existam dúvidas quanto à autoria ou ao processo de elaboração de um trabalho, o docente poderá solicitar esclarecimentos adicionais, versões preliminares ou outros elementos que permitam acompanhar o processo de produção. Poderá igualmente solicitar esclarecimentos orais ou, quando se justifique, determinar a realização de uma prova oral perante o júri da Unidade Curricular.
Avaliação
Avaliação contínua: frequência (60%) e trabalho em grupo (40%), realizado sobre uma amostra arqueofaunística, com uma componente prática e entrega de relatório escrito. O estudante que faltar a pelo menos uma componente de avaliação contínua é automaticamente remetido para o regime de avaliação final (alínea a, n.º 11, art. 110º, RAEU), com uma ponderação de 100%.
Conforme o Despacho n.º 216/2026, 22 de Julho, se considerado necessário para verificar em que medida o estudante desenvolveu os conhecimentos e as competências previstas para a unidade curricular, poderá a equipa docente convocar o estudante para uma prova oral, nos termos do n.º 13 do artigo 110.º do Regulamento Académico da Universidade de Évora, sendo asseguradas as condições previstas no n.º 4 do artigo 116.º e no n.º 1 do artigo 118.º do mesmo Regulamento. A prova oral terá uma ponderação de 50% na classificação final da unidade curricular.
Conforme o Despacho n.º 216/2026, 22 de Julho, se considerado necessário para verificar em que medida o estudante desenvolveu os conhecimentos e as competências previstas para a unidade curricular, poderá a equipa docente convocar o estudante para uma prova oral, nos termos do n.º 13 do artigo 110.º do Regulamento Académico da Universidade de Évora, sendo asseguradas as condições previstas no n.º 4 do artigo 116.º e no n.º 1 do artigo 118.º do mesmo Regulamento. A prova oral terá uma ponderação de 50% na classificação final da unidade curricular.
Bibliografia
Banning, EB (2020) Archaeological Animal Remains. In: The Archaeologist's Laboratory. Interdisciplinary Contributions to Archaeology. Springer
Baker, P & Worley, F (2019) Animal bones and archaeology: recovery to archive. Historic England
Cohen, A & Serjeantson, D (2015) A Manual for the Identification of Bird Bones from Archaeological Sites. Archetype Publications
France, DL (2009) Human and nonhuman bone identification: a color atlas. CRC Press
Gifford-Gonzalez D (2018) An Introduction to Zooarchaeology. Springer
Lubinski, P & Shaffer, BS (2010) Experimental zooarchaeology: research directions and methods. In: Fergurson, JR (ed). Designing Experimental Research in Archaeology: Examining Technology through Production and Use. Pp: 241-257. Univ. Press Colorado
Lyman R L (1994) Vertebrate Taphonomy. Cambridge Univ. Press.
Steele, TE (2015) The contributions of animal bones from archaeological sites: the past and future of zooarchaeology. Journal of Archaeological Science, 56: 168-176
Baker, P & Worley, F (2019) Animal bones and archaeology: recovery to archive. Historic England
Cohen, A & Serjeantson, D (2015) A Manual for the Identification of Bird Bones from Archaeological Sites. Archetype Publications
France, DL (2009) Human and nonhuman bone identification: a color atlas. CRC Press
Gifford-Gonzalez D (2018) An Introduction to Zooarchaeology. Springer
Lubinski, P & Shaffer, BS (2010) Experimental zooarchaeology: research directions and methods. In: Fergurson, JR (ed). Designing Experimental Research in Archaeology: Examining Technology through Production and Use. Pp: 241-257. Univ. Press Colorado
Lyman R L (1994) Vertebrate Taphonomy. Cambridge Univ. Press.
Steele, TE (2015) The contributions of animal bones from archaeological sites: the past and future of zooarchaeology. Journal of Archaeological Science, 56: 168-176
