2026
Enfermagem Médico-cirúrgica
Nome: Enfermagem Médico-cirúrgica
Cód.: ENF14441L
6 ECTS
Duração: 15 semanas/156 horas
Área Científica:
Enfermagem
Língua(s) de lecionação: Português
Língua(s) de apoio tutorial: Português
Regime de Frequência: Presencial
Apresentação
Através da Unidade Curricular pretende-se desenvolver conhecimentos e competências que permitam incrementar o processo de cuidados à pessoa em situação de doença, aguda ou crónica, do foro médico-cirúrgico.
Objetivos de Desenvolvimento Sustentável
Objetivos de Aprendizagem
Objetivo:Desenvolver conhecimentos e competências que permitam incrementar o processo de cuidados à pessoa em situação de doença, aguda ou crónica, do foro médico-cirúrgico.
Competências: Compreende as referências concetuais do processo de cuidados à pessoa em situação de doença, aguda ou crónica, do foro médico-cirúrgico; Demonstra conhecimentos e competências de avaliação diagnóstica e planeamento de cuidados a pessoas em situação de doença, aguda ou crónica, do foro médico-cirúrgico; Demonstra conhecimentos e competências sobre técnicas de intervenção terapêutica e avaliação de resultados em saúde a pessoas em situação de doença, aguda ou crónica, do foro médico-cirúrgico; Demonstra conhecimento de medidas imediatas de suporte básico de vida e interpreta situações de crise e catástrofe; Demonstra conhecimento para capacitar pessoas/famílias/grupos a adotar estilos de vida saudáveis e cuidados pessoais, com base nos conhecimentos e aptidões; Demonstra competências metacognitivas
Competências: Compreende as referências concetuais do processo de cuidados à pessoa em situação de doença, aguda ou crónica, do foro médico-cirúrgico; Demonstra conhecimentos e competências de avaliação diagnóstica e planeamento de cuidados a pessoas em situação de doença, aguda ou crónica, do foro médico-cirúrgico; Demonstra conhecimentos e competências sobre técnicas de intervenção terapêutica e avaliação de resultados em saúde a pessoas em situação de doença, aguda ou crónica, do foro médico-cirúrgico; Demonstra conhecimento de medidas imediatas de suporte básico de vida e interpreta situações de crise e catástrofe; Demonstra conhecimento para capacitar pessoas/famílias/grupos a adotar estilos de vida saudáveis e cuidados pessoais, com base nos conhecimentos e aptidões; Demonstra competências metacognitivas
Conteúdos Programáticos
Referências concetuais essenciais ao processo de cuidados à pessoa em situação de doença, aguda ou crónica, do foro médico-cirúrgico
Teorias: Autocuidado na Doença Crónica; transição de Meleis; médio alcance de Lopes; autogestão da doença crónica
Avaliação diagnóstica, planeamento, identificação de instrumentos de intervenção e de avaliação de resultados nas seguintes situações de doença aguda e crónica: A Pessoa em situação de doença: cardiovascular; renal; endócrina e metabólica; gastrointestinal; neurológica; oncológica; intoxicação e intervenção cirúrgica; SBV+DAE; Autocuidado na promoção da saúde; prevenção de risco; gestão da doença e cuidado terapêutico
Treino de: Organização e interpretação dos dados recolhidos de acordo com os modelos teóricos, conhecimento científico e taxonomias; utilização de instrumentos de avaliação; planeamento, prescrição de intervenções e avaliação de resultados; Treino: instrumentos de intervenção terapêutica e de competências metacognitivas
Teorias: Autocuidado na Doença Crónica; transição de Meleis; médio alcance de Lopes; autogestão da doença crónica
Avaliação diagnóstica, planeamento, identificação de instrumentos de intervenção e de avaliação de resultados nas seguintes situações de doença aguda e crónica: A Pessoa em situação de doença: cardiovascular; renal; endócrina e metabólica; gastrointestinal; neurológica; oncológica; intoxicação e intervenção cirúrgica; SBV+DAE; Autocuidado na promoção da saúde; prevenção de risco; gestão da doença e cuidado terapêutico
Treino de: Organização e interpretação dos dados recolhidos de acordo com os modelos teóricos, conhecimento científico e taxonomias; utilização de instrumentos de avaliação; planeamento, prescrição de intervenções e avaliação de resultados; Treino: instrumentos de intervenção terapêutica e de competências metacognitivas
Métodos de Ensino
No contexto desta UC pretende-se que o ensino dê particular ênfase aos objetivos e às capacidades que promovem a autonomia intelectual do estudante, a capacidade de refletir, resolver problemas, comunicar, trabalhar em equipa, liderar, inovar e de se adaptar à mudança. Prevê-se a discussão com os estudantes a fim de se encontrar a forma de implementação de metodologias de ensino e de aprendizagem mais ativas e cooperativas. Pretendendo-se desenvolver um ensino que incentive a reflexão e que valorize processos de natureza cognitiva e interpessoal, defendendo-se a aquisição de conceitos, a resolução de problemas, a pesquisa e os trabalhos práticos. Nas aulas de práticas laboratoriais simulam-se ambientes de prática clínica, com um acompanhamento individual dos estudantes. Na componente teórica prevemos a realização de dois momentos de avaliação periódica, com nota mínima de 8 valores, a avaliação contínua será o método o método adotado para as práticas laboratoriais, com nota mínima de 9,5 valores.
Cada aula de prática laboratorial tem a duração de 180 minutos, com as seguintes etapas:
1. Preparação do contexto (e.g. apresentação dos recursos, verificação de conhecimentos prévios, segurança) ? briefing
2. Desenvolvimento ? Desenvolvimento dos Senários recurso Raciocínio clínico
3. Finalização ? debriefing
As atividades desenvolvidas em cada etapa seguem as metodologias de simulação descritas , segundo o modelo SimZone (Peñataro-Pintado et al., 2021; Roussin & Weinstock, 2017). As aulas dedicadas a atividades de SimZone1 seguem a metodologia dos 4 passos (Díaz Agea et al., 2016; Mecalco, 2018):
Passo1 demonstração ? O Professor executa e explica.
Passo 2 Explicação ? O estudante repete as etapas do procedimento e o professor executa.
Passo 3 repetição ? O estudante executa e explica ao grupo.
Passo 4 aplicação ? O estudante executa e o professor supervisiona
A finalização é a parte de aula consignada à reflexão e ao feedback sobre as ações realizadas e os pressupostos teóricos que lhe estão associados (debriefing). Tem como objetivo estimular o desenvolvimento de competências e o desempenho dos estudantes (Fegran et al., 2023).O professor é o facilitador da reflexão pelos estudantes e para tal deve ter presente as aprendizagens pretendidas em cada sessão. As atividades desenvolvidas na SimZone 1 correlacionam-se com as competências ?Sabe?, a SimZone 2 tem por base as aprendizagens desenvolvidas na SimZone 1 e remete para a competência ?sabe como? (Roussin et al., 2020).
Cada aula de prática laboratorial tem a duração de 180 minutos, com as seguintes etapas:
1. Preparação do contexto (e.g. apresentação dos recursos, verificação de conhecimentos prévios, segurança) ? briefing
2. Desenvolvimento ? Desenvolvimento dos Senários recurso Raciocínio clínico
3. Finalização ? debriefing
As atividades desenvolvidas em cada etapa seguem as metodologias de simulação descritas , segundo o modelo SimZone (Peñataro-Pintado et al., 2021; Roussin & Weinstock, 2017). As aulas dedicadas a atividades de SimZone1 seguem a metodologia dos 4 passos (Díaz Agea et al., 2016; Mecalco, 2018):
Passo1 demonstração ? O Professor executa e explica.
Passo 2 Explicação ? O estudante repete as etapas do procedimento e o professor executa.
Passo 3 repetição ? O estudante executa e explica ao grupo.
Passo 4 aplicação ? O estudante executa e o professor supervisiona
A finalização é a parte de aula consignada à reflexão e ao feedback sobre as ações realizadas e os pressupostos teóricos que lhe estão associados (debriefing). Tem como objetivo estimular o desenvolvimento de competências e o desempenho dos estudantes (Fegran et al., 2023).O professor é o facilitador da reflexão pelos estudantes e para tal deve ter presente as aprendizagens pretendidas em cada sessão. As atividades desenvolvidas na SimZone 1 correlacionam-se com as competências ?Sabe?, a SimZone 2 tem por base as aprendizagens desenvolvidas na SimZone 1 e remete para a competência ?sabe como? (Roussin et al., 2020).
Avaliação
a. Avaliação Contínua - componente teórica:
A avaliação será efetuada em dois momentos individuais de avaliação periódica sob a forma escrita e presencial. Nos dois momentos individuais de avaliação (testes escritos), a nota mínima de qualquer um deles tem ser ? 8 valores. Para aprovação na componente teórica, o somatório das avaliações dos testes escritos, tem de ser ? 9,5 valores.
b. Avaliação Contínua - práticas laboratoriais:
A avaliação contínua em práticas laboratoriais corresponde a momentos de aprendizagem, treino e práticas simuladas por módulos baseados nos sistemas corporais (3 módulos). A avaliação é baseada em cenários clínicos/resolução de casos, em que os estudantes demonstram competências adquiridas através de prática de simulação.
A avaliação é feita através da avaliação de competências de modo contínuo. É obrigatório ter nota positiva na avaliação continua de competências nos três módulos, com avaliação ? 9,5 valores no final das práticas laboratoriais. Para a avaliação de competências é aplicado instrumento próprio, CHECKLIST (encontra-se em anexo neste documento) aplicada pelo professor e pelos pares, de acordo com a distribuição dos estudantes nos respetivos grupos, relativos às práticas laboratoriais. Os estudantes que não obtiverem nota positiva (? 9,5 valores) na avaliação de competências e que tenham frequentado no mínimo 75% das aulas PL, devem apresentar-se para a avaliação final, para avaliação da componente práticas laboratoriais.
c. Avaliação Final:
Componente teórica: Avaliação época normal, avaliação época de recurso, conforme Regulamento Académico, avaliação de época especial.
Práticas laboratoriais: A avaliação da prática laboratorial é realizada por avaliação continua ou, em avaliação final, para os estudantes que frequentaram no mínimo 75% das aulas e tenham obtido classificação inferior a 9,5 valores.
? Provas Escritas (2 provas escritas) ? 60%
? Práticas Laboratoriais (PL) (3 módulos) ? 40%
Para aprovação na UC, o estudante deverá obter classificação mínima de 9,5 valores em cada uma das componentes de avaliação.
Adicionalmente, para obter frequência na Unidade Curricular, o estudante deverá ter comparecido em, pelo menos, 75% das aulas de Práticas Laboratoriais lecionadas (Artigo 105.º- ponto1 do RAUE).
Os estudantes que não atingirem a classificação mínima ficam sujeitos a avaliação final, que pode incluir:
? Prova da Componente Teórica e/ou Prova da componente Prática
? Só têm acesso à prova da componente prática os estudantes que tenham frequentado pelo menos 75% das aulas de Práticas Laboratoriais.
A avaliação será efetuada em dois momentos individuais de avaliação periódica sob a forma escrita e presencial. Nos dois momentos individuais de avaliação (testes escritos), a nota mínima de qualquer um deles tem ser ? 8 valores. Para aprovação na componente teórica, o somatório das avaliações dos testes escritos, tem de ser ? 9,5 valores.
b. Avaliação Contínua - práticas laboratoriais:
A avaliação contínua em práticas laboratoriais corresponde a momentos de aprendizagem, treino e práticas simuladas por módulos baseados nos sistemas corporais (3 módulos). A avaliação é baseada em cenários clínicos/resolução de casos, em que os estudantes demonstram competências adquiridas através de prática de simulação.
A avaliação é feita através da avaliação de competências de modo contínuo. É obrigatório ter nota positiva na avaliação continua de competências nos três módulos, com avaliação ? 9,5 valores no final das práticas laboratoriais. Para a avaliação de competências é aplicado instrumento próprio, CHECKLIST (encontra-se em anexo neste documento) aplicada pelo professor e pelos pares, de acordo com a distribuição dos estudantes nos respetivos grupos, relativos às práticas laboratoriais. Os estudantes que não obtiverem nota positiva (? 9,5 valores) na avaliação de competências e que tenham frequentado no mínimo 75% das aulas PL, devem apresentar-se para a avaliação final, para avaliação da componente práticas laboratoriais.
c. Avaliação Final:
Componente teórica: Avaliação época normal, avaliação época de recurso, conforme Regulamento Académico, avaliação de época especial.
Práticas laboratoriais: A avaliação da prática laboratorial é realizada por avaliação continua ou, em avaliação final, para os estudantes que frequentaram no mínimo 75% das aulas e tenham obtido classificação inferior a 9,5 valores.
? Provas Escritas (2 provas escritas) ? 60%
? Práticas Laboratoriais (PL) (3 módulos) ? 40%
Para aprovação na UC, o estudante deverá obter classificação mínima de 9,5 valores em cada uma das componentes de avaliação.
Adicionalmente, para obter frequência na Unidade Curricular, o estudante deverá ter comparecido em, pelo menos, 75% das aulas de Práticas Laboratoriais lecionadas (Artigo 105.º- ponto1 do RAUE).
Os estudantes que não atingirem a classificação mínima ficam sujeitos a avaliação final, que pode incluir:
? Prova da Componente Teórica e/ou Prova da componente Prática
? Só têm acesso à prova da componente prática os estudantes que tenham frequentado pelo menos 75% das aulas de Práticas Laboratoriais.
Bibliografia
- Butcher, H.K., Bulechek, G.M., Dochterman, J.M., & Wagner, C.M. (2018). Nursing Interventions classification. 7th Ed. Missouri: Elsevier Health Sciences
- Coimbra, N. et al. (2021). Enfermagem de Urgência e Emergência. LIDEL edições técnicas, Lda.
- Lopes, M. J. (2006). A relação enfermeiro-doente como intervenção terapêutica: proposta de uma teoria de médio alcance. Formasau.
- Herdman, H.T., & Kamitsuru, S. editors. (2018). NANDA international nursing diagnoses: definitions & classification 2018-2020. 11th Ed. New York: Thieme Publishers
- Moorhead, S., Johnson, M., Maas, M.L., & Swanson, E. (2018) Nursing Outcomes Classification (NOC): Measurement of Health Outcomes. 6th Ed. Missouri: Elsevier Health Sciences
- Phipps, W. et al. (2010). Enfermagem médico-cirúrgica: Perspetivas de saúde doença, 8ª ed. Loures: Lusodidacta.
- Marques-Vieira, C. et al. (2021). Cuidados de enfermagem à pessoa com doença aguda. Loures: Lusodidacta
- Coimbra, N. et al. (2021). Enfermagem de Urgência e Emergência. LIDEL edições técnicas, Lda.
- Lopes, M. J. (2006). A relação enfermeiro-doente como intervenção terapêutica: proposta de uma teoria de médio alcance. Formasau.
- Herdman, H.T., & Kamitsuru, S. editors. (2018). NANDA international nursing diagnoses: definitions & classification 2018-2020. 11th Ed. New York: Thieme Publishers
- Moorhead, S., Johnson, M., Maas, M.L., & Swanson, E. (2018) Nursing Outcomes Classification (NOC): Measurement of Health Outcomes. 6th Ed. Missouri: Elsevier Health Sciences
- Phipps, W. et al. (2010). Enfermagem médico-cirúrgica: Perspetivas de saúde doença, 8ª ed. Loures: Lusodidacta.
- Marques-Vieira, C. et al. (2021). Cuidados de enfermagem à pessoa com doença aguda. Loures: Lusodidacta
