2026
Cadernos de Viagem
Nome: Cadernos de Viagem
Cód.: ARQ15503I
3 ECTS
Duração: 15 semanas/78 horas
Área Científica:
Arquitectura
Língua(s) de lecionação: Português
Língua(s) de apoio tutorial: Português
Objetivos de Desenvolvimento Sustentável
Objetivos de Aprendizagem
1. Contextualizar o conhecimento arquitectónico produzido através das viagens.?
2. Desenvolver a capacidade de estruturar uma viagem de estudo, de modo a que possa configurar-se como instrumento útil para a prática e para o pensamento crítico arquitectónico.?
3. Desenvolver a capacidade de planear; executar; registar; sintetizar num documento e relatar os resultados de uma viagem de estudo.
2. Desenvolver a capacidade de estruturar uma viagem de estudo, de modo a que possa configurar-se como instrumento útil para a prática e para o pensamento crítico arquitectónico.?
3. Desenvolver a capacidade de planear; executar; registar; sintetizar num documento e relatar os resultados de uma viagem de estudo.
Conteúdos Programáticos
Os conteúdos programáticos são os seguintes:
1. A importância do conhecimento arquitectónico produzido através das viagens.? A importância da viagem na formação da disciplina arquitectónica é reconhecida e largamente documentada por todos os enriquecedores relatos que fazem parte da história da arquitectura, que de certo modo configuram uma história - a das viagens de arquitectura. A dimensão da experiência age sobre a percepção do espaço.?
2. Breve história das viagens na arquitectura.?O espaço desta história inscreve-se numa amplitude espácio-temporal que vai desde a autobiografia imaginária sobre a vida e a morte do imperador romano Adriano, de Yourcenar, ao road-book Learning from Las Vegas, de Venturi e Scott Brown, passando, pelo caminho, pelas famosas e iniciáticas viagens escritas e desenhadas pela própria mão: o Japão de Taut; o Oriente, a Alemanha e Itália de Corbusier; a Itália de Kahn e de Lissitzky; a América de Távora; a Grécia de Giancarlo de Carlo; as cidades de Siza.
1. A importância do conhecimento arquitectónico produzido através das viagens.? A importância da viagem na formação da disciplina arquitectónica é reconhecida e largamente documentada por todos os enriquecedores relatos que fazem parte da história da arquitectura, que de certo modo configuram uma história - a das viagens de arquitectura. A dimensão da experiência age sobre a percepção do espaço.?
2. Breve história das viagens na arquitectura.?O espaço desta história inscreve-se numa amplitude espácio-temporal que vai desde a autobiografia imaginária sobre a vida e a morte do imperador romano Adriano, de Yourcenar, ao road-book Learning from Las Vegas, de Venturi e Scott Brown, passando, pelo caminho, pelas famosas e iniciáticas viagens escritas e desenhadas pela própria mão: o Japão de Taut; o Oriente, a Alemanha e Itália de Corbusier; a Itália de Kahn e de Lissitzky; a América de Távora; a Grécia de Giancarlo de Carlo; as cidades de Siza.
Métodos de Ensino
O ensino teórico combina a exposição de conteúdos com debates, discussões em grupo e workshops curtos.
Procura-se fomentar uma construção colaborativa da experiência da viagem, organizada em três etapas distintas e sequenciais:
1. Planeamento: Fase dedicada à investigação sobre um lugar ou tema específico.
2. Viagem: Inclui a realização da viagem e a produção de registos analíticos in loco, utilizando desenhos (esboços de plantas, alçados, cortes, etc.), fotografias, textos e outros meios, que irão compor o jornal de viagem. O desenho é privilegiado como ferramenta central para construir uma ?estratégia da memória,? num exercício disciplinado de observação.
3. Edição e Apresentação Final: Envolve a edição do jornal de viagem e uma apresentação oral, baseada num suporte multimédia especificamente produzido para este fim.
O acompanhamento, individual e em grupo, é valorizado, promovendo a aprendizagem colaborativa, bem como a autoavaliação e a avaliação por pares.
Procura-se fomentar uma construção colaborativa da experiência da viagem, organizada em três etapas distintas e sequenciais:
1. Planeamento: Fase dedicada à investigação sobre um lugar ou tema específico.
2. Viagem: Inclui a realização da viagem e a produção de registos analíticos in loco, utilizando desenhos (esboços de plantas, alçados, cortes, etc.), fotografias, textos e outros meios, que irão compor o jornal de viagem. O desenho é privilegiado como ferramenta central para construir uma ?estratégia da memória,? num exercício disciplinado de observação.
3. Edição e Apresentação Final: Envolve a edição do jornal de viagem e uma apresentação oral, baseada num suporte multimédia especificamente produzido para este fim.
O acompanhamento, individual e em grupo, é valorizado, promovendo a aprendizagem colaborativa, bem como a autoavaliação e a avaliação por pares.
Avaliação
A classificação nesta unidade curricular pode ser obtida através de um dos seguintes regimes de avaliação: avaliação contínua ou exame final. A frequência mínima obrigatória nas aulas é de 75%.
Fórmulas de Avaliação:
Avaliação contínua = (0,20×A)+(0,40×B)+(0,40×C)
Avaliação por exame de época normal = 0,50x[(0,20xA) + (0,40xB) + (0,40xC)] + (0,50xE)
Avaliação por exame de época de recurso, exame de época especial e exame de época extraordinária = 0,40x[(0,20xA) + (0,40xB) + (0,40xC)] + (0,60xE)
Critérios Gerais:
A Nota Final não pode ser inferior a 10 valores.
Os componentes A, B e C representam as 3 etapas: Planeamento, Viagem e Edição/Apresentação Final. A média aritmética dessas etapas não poderá ser inferior a 10 valores.
E refere-se à nota do exame, sendo necessário um mínimo de 10 valores para aprovação.
Fórmulas de Avaliação:
Avaliação contínua = (0,20×A)+(0,40×B)+(0,40×C)
Avaliação por exame de época normal = 0,50x[(0,20xA) + (0,40xB) + (0,40xC)] + (0,50xE)
Avaliação por exame de época de recurso, exame de época especial e exame de época extraordinária = 0,40x[(0,20xA) + (0,40xB) + (0,40xC)] + (0,60xE)
Critérios Gerais:
A Nota Final não pode ser inferior a 10 valores.
Os componentes A, B e C representam as 3 etapas: Planeamento, Viagem e Edição/Apresentação Final. A média aritmética dessas etapas não poderá ser inferior a 10 valores.
E refere-se à nota do exame, sendo necessário um mínimo de 10 valores para aprovação.
Bibliografia
GRESLERI, Guiliano (ed.), Voyage D'orient Carnets - Le Corbusier. Electa Architecture / Fondation Le Corbusier, Phaido Press, 2002?
DAL CO, Francesco (ed.) Aldo Rossi: I Quaderni Azzurri. Milano: Mondadori Electa, 1999?
SMITHSON, Alison, SUMI, Christian (ed.), AS IN DS: An Eye on the Road: Alison Smithson. London, 1983
PLATZER, Monika, DE WIT, Wim (coord.), Lessons from Bernard Rudofsky. Life as a Voyage. Los Angeles, Basel, Boston, Berlim: Birkhäuser, 2007
YOURCENAR, Marguerite, Memórias de Adriano. Lisboa: Ulisseia 1974?
VENTURI, Robert, IZENOUR, Steven, SCOTT BROWN, Denise, Learning from Las Vegas. The MIT Press; revised edition, 1977?
MORENO MANSILLA, Luis, La mirada del conocimiento. Apuntes de viaje al interior del tiempo, MasTesis, Universidad Politecnica de Madrid, 1997?
CARLO, Anna de (ed), prefazione Stefano Boeri, Giancarlo de Carlo, Viaggi in Grecia. Milano: Quodlibet Abitare, 2010?
BRIGOLA, João Carlos, Os Viajantes e o Livro dos Museus. Porto: Dafne/Chaia/Cehfci,
DAL CO, Francesco (ed.) Aldo Rossi: I Quaderni Azzurri. Milano: Mondadori Electa, 1999?
SMITHSON, Alison, SUMI, Christian (ed.), AS IN DS: An Eye on the Road: Alison Smithson. London, 1983
PLATZER, Monika, DE WIT, Wim (coord.), Lessons from Bernard Rudofsky. Life as a Voyage. Los Angeles, Basel, Boston, Berlim: Birkhäuser, 2007
YOURCENAR, Marguerite, Memórias de Adriano. Lisboa: Ulisseia 1974?
VENTURI, Robert, IZENOUR, Steven, SCOTT BROWN, Denise, Learning from Las Vegas. The MIT Press; revised edition, 1977?
MORENO MANSILLA, Luis, La mirada del conocimiento. Apuntes de viaje al interior del tiempo, MasTesis, Universidad Politecnica de Madrid, 1997?
CARLO, Anna de (ed), prefazione Stefano Boeri, Giancarlo de Carlo, Viaggi in Grecia. Milano: Quodlibet Abitare, 2010?
BRIGOLA, João Carlos, Os Viajantes e o Livro dos Museus. Porto: Dafne/Chaia/Cehfci,
