2026

Arqueologia de Campo II

Nome: Arqueologia de Campo II
Cód.: HIS12034L
6 ECTS
Duração: 15 semanas/156 horas
Área Científica: Arqueologia

Língua(s) de lecionação: Português
Língua(s) de apoio tutorial: Português
Regime de Frequência: Presencial

Objetivos de Desenvolvimento Sustentável

Objetivos de Aprendizagem

Facultar aos alunos o contacto directo com a realidade da investigação arqueológica, através da participação em escavações arqueológicas de sítios de cronologias entre a Pré-História e a Proto-História.
O aluno irá aprender a identificar e registar unidades estratigráficas, tipos de estruturas e dos espólios arqueológicos específicos destas cronologias; devem também desenvolver competências em termos de desenho e fotografia de campo.
Sempre que possível, os alunos também deverão desenvolver os trabalhos finais de tratamento de espólios, em laboratório.
No final, terão também de ser capazes de elaborar um Relatório técnico cientifico seguindo as orientações previstas na actividade arqueológica.

Conteúdos Programáticos

1. A Escavação Arqueológica
1.1 metodologias de escavação
1.2 prática de escavação
1.3 registo e tratamento de espólios arqueológicos no campo
2. O pós escavação: os trabalhos arqueológicos em laboratório
3. A elaboração de relatórios técnico-científicos de acordo com a legislação em vigor ( Decreto-Lei n.º 164/2014, de 4 de novembro)

Métodos de Ensino

Aulas de campo: escavação, registo e desenho de campo. Aulas de laboratório: tratamento de materiais, elaboração de relatórios, produção de textos.

Avaliação

A avaliação será realizada através de:
- Participação, assiduidade e desempenho nas aulas de campo (40%);
- Realização de um relatório sobre as aulas de campo realizadas (60%), de acordo com o previsto no Regulamento de Trabalhos Arqueológicos (art. 15 do DR nº 164/2014, de 4 de novembro).

Esta UC, devido às suas características, não prevê o regime de avaliação final (exame).

Princípios orientadores para o uso de IA: A IA poderá ser usada para apoiar a aprendizagem, não para substituir a reflexão, a criatividade ou a autoria humanas. Todo o uso de IA deve respeitar os princípios de honestidade, rigor e responsabilidade intelectual, evitando plágio, falsificação ou dependência acrítica das respostas automatizadas. Qualquer utilização de IA na elaboração do Relatório a entregar para avaliação deve ser explicitamente identificada, indicando a ferramenta usada e a natureza da sua contribuição. Os estudantes devem demonstrar capacidade de avaliar, interpretar e problematizar os resultados produzidos por IA, reconhecendo as suas limitações, enviesamentos e implicações éticas. É proibido inserir dados pessoais, materiais confidenciais ou informação sensível em sistemas de IA generativa, em conformidade com o RGPD e as normas da Universidade de Évora. A IA não pode ser
considerada autora, pelo que o estudante mantém a responsabilidade total pela produção e veracidade do trabalho entregue. É admitida a utilização de IA como ferramenta de apoio à investigação, como instrumento de reflexão crítica e em contextos de aprendizagem ativa. É vedada a utilização de IA para gerar textos, respostas, imagens ou outros conteúdos a apresentar como produção original do estudante; para elaborar automaticamente trabalhos, ensaios, relatórios ou outros elementos de avaliação sem intervenção intelectual substantiva do autor humano; para manipular, falsificar ou omitir fontes de informação. Trabalhos em que se verifique uso de IA sem declaração explícita serão considerados em violação das normas de integridade académica, podendo implicar penalizações equivalentes às previstas para o plágio. O docente pode solicitar explicações adicionais ou versões preliminares do trabalho, de modo a confirmar a autoria efetiva. A originalidade, a análise crítica e a capacidade interpretativa continuam a ser critérios-chave de avaliação. O docente poderá usar as ferramentas que considere necessárias para averiguar o uso de IA por alunos.

Bibliografia

BAHN, Paul; RENFREW, Colin (1993), Arqueología: Teoría, métodos y practica, Akal, Madrid
CARDOSO, João Luís (2002), Pré-História de Portugal, Lisboa, Edições Verbo.
HARRIS, E. C. (1991) Princípios de estratigrafia arqueológica. Editorial Critica.
HESTER, T. R; SHAFER, H. J; FEDER, K.L. (2016) Field methods in Archaeology. Seventh edition. Oxon: Routledge
PEDELI, C. / PULGA, S; (2013) Conservation Practices on Archaeological Excavations.
Principles and Methods. viii + 159 pp.,
ROCHA, L. (2020) - Ilustração em Arqueologia: Tipos, Normas e Conceitos. Évora: Imprensa da Universidade de Évora.