2026
Expressões artísticas Pré e Proto-Históricas
Nome: Expressões artísticas Pré e Proto-Históricas
Cód.: HIS12027L
6 ECTS
Duração: 15 semanas/156 horas
Área Científica:
Arqueologia
Língua(s) de lecionação: Português
Língua(s) de apoio tutorial: Português
Regime de Frequência: Presencial
Apresentação
Nesta UC os alunos terão contacto com a origem das primeiras manifestções artísticas e simbólicas que marcaram o início de jornada da Evolução Humana. Serão apresentados e discutidos os diferentes artefactos, estilos e técnicas usadas no passado, bem como a sua contextualização arqueológica.
Objetivos de Desenvolvimento Sustentável
Objetivos de Aprendizagem
Dotar os alunos da capacidade de observação, análise e identificação das manifestações artísticas pré e protohistóricos. Reconhecer as manifestações artísticas como uma importante fonte de estudo e de conhecimento das comunidades pré e proto-históricas. Reconhecer a importância dos vestígios artísticos materiais existentes no território português para a reconstrução histórica daquelas sociedades.
Conteúdos Programáticos
A
1.Abordagens de investigação estética: aArte como competência gráfica e
comunicativa eas bases daconstrução visual; perceção, representação e recriação.
2.Contextos e conceitos de interpretação artística: dos temas de enquadramento cultural e sociológico aos modos de expressão da experiência espiritual e emocional; modelos e tipologias em estudos de caso.
B
1. Abordagens e metodologias de estudo em Arte Pré e Proto-histórica: descobertas, investigações e conceitos; àreas geográficas, cronologias, arqueossítios e colecções;
2. A Arte Paleolítica e as sociedades recolectoras: A arte móvel e a arte rupestre/parietal. Técnicas, suportes e tipologias.
3. A Arte do Neolítico e do Calcolítico e as sociedades produtoras: Arte macro-esquemática, esquemática, linear e geométrica; a Arte levantina e a sua problemática; a Arte e o megalitismo
4. A Arte Proto-Histórica e o desenvolvimento das sociedades metalúrgicas: a cerâmica e a ourivesaria; os contextos funerários e simbologias
1.Abordagens de investigação estética: aArte como competência gráfica e
comunicativa eas bases daconstrução visual; perceção, representação e recriação.
2.Contextos e conceitos de interpretação artística: dos temas de enquadramento cultural e sociológico aos modos de expressão da experiência espiritual e emocional; modelos e tipologias em estudos de caso.
B
1. Abordagens e metodologias de estudo em Arte Pré e Proto-histórica: descobertas, investigações e conceitos; àreas geográficas, cronologias, arqueossítios e colecções;
2. A Arte Paleolítica e as sociedades recolectoras: A arte móvel e a arte rupestre/parietal. Técnicas, suportes e tipologias.
3. A Arte do Neolítico e do Calcolítico e as sociedades produtoras: Arte macro-esquemática, esquemática, linear e geométrica; a Arte levantina e a sua problemática; a Arte e o megalitismo
4. A Arte Proto-Histórica e o desenvolvimento das sociedades metalúrgicas: a cerâmica e a ourivesaria; os contextos funerários e simbologias
Métodos de Ensino
Exposição pelo docente dos conceitos teóricos, definições, metodologias e casos de estudo, com recurso à análise de textos, imagens, cartografia, artefatos/ecofatos e recursos digitais. As sessões são acompanhadas pelo envolvimento dos discentes através de uma abordagem dialógica à aprendizagem ou pela organização de debates envolvendo os discentes. Para além dos casos de estudo apresentados pelo docente, poderão ser convidados especialistas para enriquecer o conteúdo e diversidade programática, assim também adaptando o conteúdo programático aos principais interesses dos discentes e contribuindo para uma maior articulação entre ensino e investigação.
Avaliação
Contínua, com um trabalho escrito e apresentação em aula (40%), uma prova de frequência (45%), mais a assiduidade/frequência e participação em aulas ou outros eventos de carácter formativo (15%) ou por Exame Final (100%).
Princípios orientadores para o uso de IA: A IA poderá ser usada para apoiar a aprendizagem, não para substituir a reflexão, a criatividade ou a autoria humanas. Todo o uso de IA deve respeitar os princípios de honestidade, rigor e responsabilidade intelectual, evitando plágio, falsificação ou dependência acrítica das respostas automatizadas. Qualquer utilização de IA na elaboração de elmentos a entregar para avaliação deve ser explicitamente identificada, indicando a ferramenta usada e a natureza da sua contribuição. Os estudantes devem demonstrar capacidade de avaliar, interpretar e problematizar os resultados produzidos por IA, reconhecendo as suas limitações, enviesamentos e implicações éticas. É proibido inserir dados pessoais, materiais confidenciais ou informação sensível em sistemas de IA generativa, em conformidade com o RGPD e as normas da Universidade de Évora. A IA não pode ser considerada autora, pelo que o estudante mantém a responsabilidade total pela produção e veracidade do trabalho entregue. É admitida a utilização de IA como ferramenta de apoio à investigação, como instrumento de reflexão crítica e em contextos de aprendizagem ativa. É vedada a utilização de IA para gerar textos, respostas, imagens ou outros conteúdos a apresentar como produção original do estudante; para elaborar automaticamente trabalhos, ensaios, relatórios ou outros elementos de avaliação sem intervenção intelectual substantiva do autor humano; para manipular, falsificar ou omitir fontes de informação. Trabalhos em que se verifique uso de IA sem declaração explícita serão considerados em violação das normas de integridade académica, podendo implicar penalizações equivalentes às previstas para o plágio. O docente pode solicitar explicações adicionais ou versões preliminares do trabalho, de modo a confirmar a autoria efetiva. A originalidade, a análise crítica e a capacidade interpretativa continuam a ser critérios-chave de avaliação. O docente poderá usar as ferramentas que considere necessárias para averiguar o uso de IA por alunos, podendo proceder ao pedido de esclarecimentos orais ou, inclusive, à realização de exame oral com o júri da Unidade Curricular.
Princípios orientadores para o uso de IA: A IA poderá ser usada para apoiar a aprendizagem, não para substituir a reflexão, a criatividade ou a autoria humanas. Todo o uso de IA deve respeitar os princípios de honestidade, rigor e responsabilidade intelectual, evitando plágio, falsificação ou dependência acrítica das respostas automatizadas. Qualquer utilização de IA na elaboração de elmentos a entregar para avaliação deve ser explicitamente identificada, indicando a ferramenta usada e a natureza da sua contribuição. Os estudantes devem demonstrar capacidade de avaliar, interpretar e problematizar os resultados produzidos por IA, reconhecendo as suas limitações, enviesamentos e implicações éticas. É proibido inserir dados pessoais, materiais confidenciais ou informação sensível em sistemas de IA generativa, em conformidade com o RGPD e as normas da Universidade de Évora. A IA não pode ser considerada autora, pelo que o estudante mantém a responsabilidade total pela produção e veracidade do trabalho entregue. É admitida a utilização de IA como ferramenta de apoio à investigação, como instrumento de reflexão crítica e em contextos de aprendizagem ativa. É vedada a utilização de IA para gerar textos, respostas, imagens ou outros conteúdos a apresentar como produção original do estudante; para elaborar automaticamente trabalhos, ensaios, relatórios ou outros elementos de avaliação sem intervenção intelectual substantiva do autor humano; para manipular, falsificar ou omitir fontes de informação. Trabalhos em que se verifique uso de IA sem declaração explícita serão considerados em violação das normas de integridade académica, podendo implicar penalizações equivalentes às previstas para o plágio. O docente pode solicitar explicações adicionais ou versões preliminares do trabalho, de modo a confirmar a autoria efetiva. A originalidade, a análise crítica e a capacidade interpretativa continuam a ser critérios-chave de avaliação. O docente poderá usar as ferramentas que considere necessárias para averiguar o uso de IA por alunos, podendo proceder ao pedido de esclarecimentos orais ou, inclusive, à realização de exame oral com o júri da Unidade Curricular.
Bibliografia
ARNHEIM, R.: O Poder do Centro Um Estudo de Composição em Artes Visuais (Lisboa: 1990)
BAHN, B, (2016) Images of the Ice Age. ? Oxford University Press
BENEVOLO, L. e ALBRECHT, B.: As Origens da Arquitectura (Lisboa: 2005)
CLOTTES, J.: Los Chamanes de la Prehistoria (Barcelona: 2001).
CUNLIFFE, B. (Dir.): The Oxford Illustrated Prehistory of Europe (Oxford: 1994)
JANSON, H.W.: História da Arte (Lisboa: vvs.eds.). Introdução: «A magia e o rito. A arte do homem préhistórico
Clottes, J. (2016). What is Paleolithic Art?: cave paintings and the dawn of human creativity. University of Chicago Press
LEROI-GOURHAN, A.: As Religiões da Pré-História (Lisboa)
MITHEN, S (1996) - The Prehistory of the Mind - A search for the origins of Art, Religion and Science. Londres.
POWELL, T.G.E.: Prehistoric Art (Londres: 1966)
SANCHIDRIÁN, J. L. (2018) - Manual de arte prehistórico. Barcelona: Editorial Ariel.
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BENEVOLO, L. e ALBRECHT, B.: As Origens da Arquitectura (Lisboa: 2005)
CLOTTES, J.: Los Chamanes de la Prehistoria (Barcelona: 2001).
CUNLIFFE, B. (Dir.): The Oxford Illustrated Prehistory of Europe (Oxford: 1994)
JANSON, H.W.: História da Arte (Lisboa: vvs.eds.). Introdução: «A magia e o rito. A arte do homem préhistórico
Clottes, J. (2016). What is Paleolithic Art?: cave paintings and the dawn of human creativity. University of Chicago Press
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MITHEN, S (1996) - The Prehistory of the Mind - A search for the origins of Art, Religion and Science. Londres.
POWELL, T.G.E.: Prehistoric Art (Londres: 1966)
SANCHIDRIÁN, J. L. (2018) - Manual de arte prehistórico. Barcelona: Editorial Ariel.
